Ação Social

30/08/2013

Mangaratiba elegeu hoje 29/08/2013 seu novo Conselho Tutelar e entre eles foi eleito uma pessoa íntegra, justa, trabalhadora, honesta pela qual sinto muito orgulho de ser seu amigo.

Que seja o despertar desta Mangaratiba para que pessoas de bem assumam lideranças e a gestão de nosso Município Parabéns CARLOS RAMOS. 
A vitória é de nossa população.



28/07/2013
Conselho Tutelar de Mangaratiba sem Assistente Social há mais de um mês.

Há mais de um mês o Conselho Tutelar de Mangaratiba está sem Assistente Social. Tendo em vista que o Assistente Social é responsável pela assinatura dos relatórios técnicos do órgão, o Conselho Tutelar fica impossibilita do trabalhar na proteção de nossas crianças e adolescentes. Cabe salientar que todos os conselheiros estão lutando pela Assistente Social.


O carro do Conselho Tutelar está com problemas mecânicos, o motor foi trocado com o de outro carro, ou seja, está adulterado e não tem freio adequado, homocinética ruim, banco quebrado, não tem cadeirinha, etc.. , seus documentos estão irregulares e, não tem condições de sair do município e nem documento tem. Só não fica numa blitz porque é chapa branca.

Nem todos os Conselheiros tem telefone e precisam se revesar com o aparelho para realizar o seu trabalho.

É bom lembrar que:
O Conselho Tutelar é o órgão que recebe nossas crianças e adolescentes indefesas e que precisam ser acolhidas pela sociedade, nos casos de abandono e violência.
A existência de um estreito intercâmbio com os profissionais de saúde é fundamental para este acolhimento. O seguimento saúde do Município deve estar atento para atender as solicitações do Conselho, colocando a disposição viaturas para que sejam transportadas as crianças e adolescentes que necessitam de transportes. Aliás, criei quando Secretário de Saúde de Mangaratiba o setor denominado Tratamento Fora do Domicílio – TFD e tínhamos duas vans para levar os pacientes para as diversas pactuações que fizemos de especialidades que não tínhamos em Mangaratiba. Colocamos, também, uma van para levar os pacientes para Angra dos Reis, pactuação feita com aquele Município, que necessitavam fazer hemidiálise.
É necessário que se façam encontros ou seminários regulares entre a Ação Social, a Saúde, o Conselho Tutelar e a população, para rever procedimentos, criar rotinas, discutir problemas e informar a população, como eu fazia, na área da saúde, como Secretário de Saúde, nas reuniões que criei e acabaram no refeitório do Hospital de Mangaratiba com todos os investidos em cargo, desde Superintendentes até Supervisores.
É necessária a capacitação sistemática dos conselheiros, objetivando dar-lhes condições de cobrar das instituições e efetuar bem o seu papel no Controle Social.
 É necessário que o relatório mensal emitido pelo Conselho Tutelar dos casos encaminhados para e pelas unidades de saúde seja divulgado para o Prefeito, Secretários e população. Se não existir o relatório, passar a confeccioná-lo.
A lista de telefones celulares devem ser constantemente atualizadas e divulgadas para a população e os celulares devem estar constantemente ligados. É bom lembrar, principalmente aos Conselheiros que estavam à frente do Conselho Tutelar de Mangaratiba em 2005, que resolvi esta questão dos celulares, quando fui Procurador Geral do Município, pois a falta de assistência era total.
A presença dos conselheiros na unidade em que estejam internos nossas crianças e adolescentes é fundamental para o acompanhamento das ações emanadas pelo governo municipal, responsável pelo abrigo de internação.
O descomprometimento do poder público, em particular o executivo municipal, com o aparelhamento inadequado dos Conselhos; a manutenção inadequada dos equipamentos na saúde; uma remuneração dos conselheiros que não dá para se manter no dia a dia de seu trabalho; a falta de vontade política e a tendência ao tratamento da política pública enquanto mérito do executivo ou legislativo, nos moldes da cultura política tradicional, é a tendência que se verifica, com poucas exceções.
A inexistência das Redes de Proteção Social nos moldes proposto pelo Ministério da Saúde é o retrato da ausência de políticas públicas, em particular, das voltadas para o segmento infanto-juvenil.
Por outro lado, cabe à sociedade civil reassumir o seu protagonismo na defesa de políticas públicas inclusivas, mobilizando-se e participando dos espaços políticos conquistados a fim de pressionar o poder público ao cumprimento de seu papel.
A acentuação dos níveis de exclusão social e, conseqüentemente, o crescimento da violência, as quais atingem prioritariamente as crianças e adolescentes, configuram a urgência no enfrentamento dos dilemas apresentados.
Considerando-se a violência, enquanto relevante questão de saúde pública, e as repercussões da mesma para o desenvolvimento físico e emocional do frágil segmento de crianças e adolescente, cabe aos serviços de saúde e de ação social o estabelecimento de uma política institucional mais abrangente, articulada, especializada , com ênfase nas ações de prevenção e promoção da saúde.
Publico, a seguiu, as ações propostas quando candidato a Prefeito por Mangaratiba, nos setores se assistência social e criança e adolescentes.

Assistência Social

Planejar as ações de Assistência Social tendo como centro a família e a comunidade.
Seguindo as determinações da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), visamos  fortalecer a SMAS (Secretaria Municipal de Assistência Social), a  fim de que se garanta a integração dos programas de transferência  de rendas federal, estadual e municipal visando ampliar o atendimento  às pessoas em situação  de vulnerabilidade;
Estabelecer estratégias para a implantação do SUAS – Sistema Único de Assistência Social.
Fortalecer as CAS (Coordenadoria de Assistência Social) que funcionarão como porta de entrada para dos cidadãos no atendimentoprestado pela SMAS. É da competência da coordenadoria participar do planejamento de programas e projetos a serem realizados na área de sua abrangência; implementar  política regional de assistência, realizar pesquisas, coordenar, supervisionar e avaliar a execução de todas as ações de desenvolvimento social.
Adequar a rede de Centros de Referências de Assistência Social (CRAS) para atender a demanda do município evidenciando as  regiões de maior vulnerabilidade.
Ampliar os Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS),  a fim de que funcionem  como pólo de referência objetivando   fortalecer e potencializar as ações em benefício das famílias em situação de vulnerabilidade social.
  
Criar o Programa de Volta à Minha Terra, visando o retorno daqueles que se encontram em situação de rua e/ou abrigamento para seus estados de origem, de forma integrada com as prefeituras correspondentes a fim de que haja possibilidades de empregabilidade neste retorno.  Os beneficiados pela ação são os que se encontram em alto grau de vulnerabilidade, ou que estão com seus vínculos familiares e comunitários rompidos.

Estabelecer política social especial, em parceria com o Governo Federal, para as Comunidades Quilombolas.

Estabelecer diretrizes para a prestação de serviços sócio-assistenciais, definir padrão de qualidade e implementar mecanismos de controle e avaliação dos serviços das entidades parceiras da prefeitura.

Aumentar a oferta de programas complementares como microcrédito, cooperativismo, cultura, esporte e lazer, ações de educação e capacitação profissional para as famílias em situação de vulnerabilidade social.

Criança e Adolescente

Promover ações integradas com as áreas da Assistência Social, Cultura, Saúde, Educação, Esporte e Lazer, focando prioritariamente a prevenção e a atenção à família;
Promover articulações com o Governo Federal e Estadual para aplicação de recursos financeiros em nosso município, ampliando a oferta de serviços à criança e ao adolescente e às suas famílias;
Fortalecer o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS);
Fortalecer o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA);
Fortalecer o Conselho Tutelar;
Dar continuidade ao PROJOVEM – Adolescente -  Programa Nacional de Inclusão de Jovens, em parceria com o Governo Federal que visa o atendimento de jovens de 15 a 17 anos e 11 meses e seus familiares, potencializando as ações da proteção básica ao criar condições para a inserção, permanência e reinserção dos jovens no sistema educacional;
Dar continuidade ao Projovem Urbano – programa voltado para o desenvolvimento integral do jovem. Programa  Nacional de Inclusão de Jovens, em parceria com o Governo Federal que visa o atendimento de jovens com idade entre 18 e 29 anos que não tenham concluído o ensino fundamental mais que saibam ler e escrever a fim de que tenham acesso à educação, ao aumento da escolaridade, à qualificação profissional e à participação em ações comunitárias de interesse público;
Implantar o Programa Família Acolhedora – Programa de acolhimento de crianças e de adolescentes em situação de risco pessoal e social que sejam vitimas de violência doméstica e/ou estejam em situação de abandono necessitando de acolhimento familiar;
         Fortalecer e ampliar a capacidade de atendimento dos programas contra todas as formas de violência decorrentes de negligência, abuso, maus tratos, exploração sexual e crueldade à criança e ao adolescente;
Colaborar para a promoção devida do Programa Bolsa Família – PBF – Programa de transferência direta de  renda para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais – CadÚnico do Governo Federal;
         Implantar o PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil em parceria com o Governo Federal, visando garantir que crianças e adolescentes estejam afastados do trabalho precoce e dentro das salas de aulas;
         Implantar no Município o Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária, com a participação de instituições que realizam o atendimento a crianças e adolescentes em situação de abrigamento  (Conselhos de Direito e Conselhos Tutelares);
         Criar Programa de Medidas Sócio educativas em Meio Aberto, programa que possibilite prestar orientação e acompanhamento aos adolescentes que estão cumprindo medida de Liberdade Assistida- L.A. e/ou Prestação de Serviços à comunidade, por meio da inserção na escola, na família e em serviços, programas de cultura, esporte,   profissionalização, trabalho e renda, criando assim condições para que os jovens tenham um projeto de vida;
Estimular junto às empresas e comércio locais a implementação da Lei do Aprendiz, visando a capacitação laboral de nossos jovens e adolescentes;

         Aderir ao Programa de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, para fomento e apoio a planos, programas e projetos municipais e regionais de atendimento protetor à criança e aos adolescentes vítimas de violência e ao adolescente em conflito com a lei, em parceria com  a Secretaria Nacional de Direitos Humanos.

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